Dos movimentos de contracultura dos anos 1960 à ascensão da chamada geração “woke”, os Estados Unidos tornaram-se epicentro de correntes culturais que se irradiaram pelo mundo. Se antes os impulsos contestatórios impulsionaram debates sobre liberdade, direitos civis e transformação social, hoje as convulsões da sensibilidade woke colocam em tensão conquistas históricas como liberdade de expressão, universalismo, racionalidade crítica e valores humanistas.