Durante séculos, a Ásia Central ocupou um lugar estratégico nas rotas que conectavam civilizações, culturas e impérios. Após longos períodos marcados pela dominação externa, pela marginalização geopolítica e pela redefinição de fronteiras, a região volta a ganhar centralidade, em um mundo cada vez mais interligado. Entre vastas reservas de energia, novas infraestruturas de conectividade e o interesse das potências globais, ressurge um movimento estratégico e cultural desse antigo “centro do mundo”.